FUNÇÃO DA ÁGUA

Todos os minerais essenciais e nutrientes são encontrados nos alimentos e não na água.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Nutriçao o sofisma sobre os minerais

                O sofisma sobre os minerais
Os minerais encontrados na água da nascente ou na água mineral, são inorgânicos. Não se encontram num estado em que possam ser facilmente absorvidos pelo organismo humano. É verdade que todos nós precisamos de minerais para nos mantermos saudáveis mas estes devem ser de origem orgânica. O ingrediente mais importante que consumimos é a água. Nós somos aproximadamente 80 % de água, e mesmo assim não lhe damos o devido valor.
A água tem cinco funções importantes: solvente, transporte, lubrificante, refrigerante e dispersante (intensificador da electronegatividade). Se a água está sobrecarregada com sais minerais, metais pesados e poluentes quimicos (dissolvidos na água), então não pode ser eficaz nessas funções vitais. Se o seu automóvel tem ferrugem no circuito de refrigeração sobreaquece. Investigações mostram que o consumo de água durante uma actividade, aumenta a resistência e os músculos continuam descontraídos no final da mesma, em vez de ficarem tensos. Os nossos rins têm de filtrar cerca de 1200 litros de fluído por dia. Se existir água em abundância, os rins funcionam facilmente, se não, os rins são forçados a reciclar demasiados resíduos e talvez deixá-los para trás depositando-os em forma de pedras. Grande parte da composição das pedras nos rins (cálculos renais), são dos mesmos minerais encontrados na água de consumo canalizada ou na água mineral. Essses minerais são alimento para as plantas; inorgânicos, das rochas. É com a ajuda de micróbios encontrados no solo ou nas raízes das plantas, que os minerais são convertidos numa forma orgânica que a planta possa utilizar. É esta conversão que forma o mineral orgânico, que o organismo humano já consegue utilizar.

Todos os minerais essenciais e nutrientes são encontados no alimento e não na água.

Um levantamento feito por cientistas britânicos da Universidade de Oxford, envolvendo 300 mil pessoas com idades entre 40 e 85 anos, mostrou que consumir oito porções de vegetais  já é o suficiente paradiminuir em 22% a chance de morrer de uma doença cardíaca. O estudo, publicado no periódico European Heart Journal, vem se somar a outras investigações científicas que apontam para a mesma evidência: a de que consumir mais vegetais, no dia a dia, só traz benefícios à saúde. “Diversas pesquisas já indicaram que um maior consumo de vegetais pode auxiliar no controle da pressão arterial e do colesterol, na redução da formação de placas de gordura na parede das artérias, prevenindo problemas de coração. Os vegetais foram apontados também como um fator protetor para pessoas com doenças respiratórias, uma vez que podem ajudar a melhorar o fluxo de ar”, explica a nutricionista Michelle Grillo Barone, do GANEP Nutrição Humana. Como se não bastasse, frutas, legumes e verduras, de forma geral, são pobres em calorias, ricos em vitaminas e minerais, e excelentes opções de alimentos para quem quer perder ou controlar o peso de forma saudável

Por fim, quando comemos mais vegetais, estamos oferecendo ao organismo uma dose extra de fibras, essenciais para regular o funcionamento intestinal. “Nossa alimentação está cada vez mais carente de fibras, e o que os vegetais têm em comum é que, além de fornecer nutrientes indispensáveis ao bom funcionamento do organismo, eles também são ricos em fibras. Essas fibras, por sua vez, auxiliam na formação do bolo fecal, permitindo a eliminação mais rápida das toxinas e promovendo uma verdadeira limpeza de todo o trato intestinal”, afirma o nutrólogo Wilson Rondó. No trabalho dos cientistas de Oxford, foram avaliados os efeitos do consumo de oito porções diárias de frutas, verduras e legumes. As leguminosas, como feijão, os cereais e as castanhas não entraram nessa conta. Além disso, vale esclarecer que o estudo foi feito com pessoas de meia-idade. Sendo assim, os resultados positivos podem ser aplicados em adultos e idosos. “Para as crianças, as recomendações continuam em seis porções diárias”, afirma Michell
                                  Variedade é a chave
Não restam dúvidas de que a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), que indica a ingestão de cinco porções de vegetais por dia (cerca de 400 g), pode e deve ser revista. “Frutas, legumes e verduras contêm uma lista enorme de nutrientes, e uma dieta saudável é alcançada pela variedade”, diz a endocrinologista e nutróloga Ellen Simone Paiva, do Centro Integrado de Terapia Nutricional (CITEN). Tanto as vitaminas quanto os minerais protegem contra as deficiências nutricionais, repondo nossos estoques e aumentando a resistência às infecções. Por outro lado, estamos falando de alimentos que carregam um ótimo potencial antioxidante. “O estresse oxidativo tem um papel significativo no desenvolvimento da maioria das doenças e no envelhecimento E algumas substâncias bioativas contidas nos vegetais ajudam a combatê-lo. São os polifenóis ou compostos fenólicos, os glicosinolatos e os carotenoides, entre outros”, esclarece a nutricionista funcional Elaine de Pádua.
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